PR Convida: Talita Marques

Olá! Julho é o mês das minas do lettering! hahahaha Já falei aqui sobre a Aline Albino e sobre a Jady Salvático, e hoje é dia de outra parcinha das letras, a Talita Marques!

Ela tem 20 anos, mora em Recife e é formada em design gráfico. Ela sempre gostou muito de desenhar e fazer cartazes para os trabalhos na escola. Na faculdade teve contato com a tipografia e se apaixonou pelo lettering, decidiu que queria fazer isso! Mas os trabalhos que via por aí eram muito perfeitos, simétricos e isso não funcionava com ela. Então optou por um estilo mais leve e despretensioso que a fazia se sentir bem. <3

O estilo da Talita é uma graça e deu muito certo! Para conhecer mais visite o Facebook ou Instagram. ;)

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PR Convida: Aline Albino

Olá! Eu adoro essa categoria “Primeiro Rabisco Convida” aqui do Blog porque me dá a oportunidade de compartilhar os trabalhos, ideias e projetos de pessoas que eu gosto, admiro e que também me inspiram no que eu faço.

Hoje eu vou falar de uma parça dos letterings, a Aline Albino! Conheci a Aline pelo instagram, e hoje fazemos parte de um grupo de artistas na internet e estamos sempre trocando ideias! :)

A Aline é brasileira mas mora atualmente em Los Angeles. É formada em Design de Moda e pós graduação em Docência no Ensino Superior pelo Senac. Ela deu aulas por 3 anos nos cursos livres de Moda no Senac, e também abriu sua própria marca, a Galocha Amarela, assim que se formou na faculdade. Mas, 7 anos depois, teve que encerrar suas atividades com a Galocha Amarela para se mudar para os EUA com o marido.


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Perguntei para a Aline como ela foi de moda ao lettering, e ela responde “Sempre gostei de papel e tinta, meu pai era dono de uma loja de materiais artísticos, sempre tive contato com a arte e acabei indo para a área de moda.”

“Eu tive aula de desenho tradicional, Photoshop e Corel pelos 4 anos da faculdade, mas só fui começar a estudar lettering mesmo em dezembro do ano passado, com vista em mudar de área e poder trazer minha profissão para os EUA”.

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“Ainda estou me aventurando, estudando e experimentando na área de lettering. Eu já trabalhava com design gráfico mas para moda. Eu fazia todo meu material da marca, cartão de visitas, site, mailing, estampa para a minha marca e agora estou ampliando este conhecimento para outras áreas. No momentos estou apaixonada pelas letras!!”

Gosto muito dessas histórias, de pessoas que começam a fazer alguma coisa diferente do que estão habituadas por curiosidade e interesse. O trabalho da Aline é lindo, leve e cheio de personalidade. Você pode acompanhar pelo Facebook ou Instagram. ;)

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PR Convida: Breno Oliveira

Hoje eu apresento o Breno Oliveira, um publicitário mineiro que brinca de escritor nas horas vagas. Eu e o Breno nos conhecemos também pelas redes sociais e rapidamente já me identifiquei com o trabalho dele!
Para quem quiser adicionar mais poesia a timeline, é só seguir o projeto do Breno “Frente aos Versos” no Facebook ou Instagram. :)
Foi difícil escolher uma frase só para colocar aqui!

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PR Convida: Melissa Westphal

A internet tem sido minha aliada constante, e entre as surpresas de uma busca feita no Google, eu descobri a gaúcha Melissa Westphal.
Com 23 anos, nascida em São Lourenço do Sul, mas atualmente morando em Pelotas – RS. Melissa é técnica em Comunicação Visual, estudou Artes Visuais por um ano e hoje faz Design Gráfico, na Universidade Federal de Pelotas.

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Ela é a idealizadora do Manifesto Cuti-Cuti que pode ser acompanhado pelo Tumblr e pelo Instagram. A ideia é simples: levar mais fofurice para esse mundo cinza e caótico que vivemos. Sua arte é tão bacana, bonita e bem feita que vem ganhando cada vez mais destaque nas redes sociais. O Manifesto Cuti-Cuti transparece felicidade, bons sentimentos e agrada a pessoas de qualquer idade. 

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E eu me identifiquei rapidamente com a Melissa e com o trabalho dela por três motivos: pela unicidade, pela busca de superação a cada novo trabalho e porque fica evidente que ela faz tudo isso com muito amor. <3

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Para encomendar seu Cuti-cuti mande um e-mail para melissawestphal91@gmail.com (eu já encomendei o meu!). E pra acompanhar o trabalho dela e encher sua timelime de coisas bonitas, você pode segui-la no Instagram ou acompanhar o Flickr, que como ela mesma diz, é onde dá pra acompanhar o progresso, já que ela alimenta essa rede social desde 2009. (;

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PR convida: Karina Matulevicius

Além de ter Rabiscado muito no Curso de Tipografia que eu fiz mês passado (saiba mais clicando aqui), tive o prazer de conhecer várias pessoas talentosas na minha turma. A que eu apresento hoje é cheia de projetos legais, tanto que mal sei por onde começar!

Karina Matulevicius é designer gráfica de formação, mas também ilustradora (e porque não) artista. Ela tem 26 anos, mora em São Caetano do Sul e alimenta dois projetos incríveis. Um deles, o “A Vida dos Blocos” retrata a vida de um jeito divertido, através de bonecos de Lego em cenários de bloco, ou também da vida real.

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O outro projeto, e mais recente, se chama “As Silhuetas de Alice” em que Karina criou peças, quadros e recriou objetos com frases e detalhes característicos do tão inspirador e lúdico clássico, “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll.

O resultado ficou tão bonito e delicado, que tudo isso estará na primeira exposição da Karina! Abaixo você confere algumas fotos dps obejtos da exposição (mas só algumas para não estragar a surpresa tá?)  Dá uma olhada no teaser  e fique com gostinho de quero mais clicando aqui! (;

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Ficou curioso (a)? Eu também!! Visite e aproveite pra tomar uma cerveja! (;
Serviço: 9 a 23 de Outubro, no Garrafas Bar (Rua Wisard, 252). A entrada é gratuita e todas as peças estarão à venda!
Para confirmar no Facebook presença clique aqui!

PR Convida: Parti em 3

A gente sempre lê e ouve por aí histórias de pessoas que resolveram viajar pelo Brasil ou pelo mundo e ficam meses fora. Mas a pergunta que sempre vêm a cabeça é: Como elas fazem isso? E o trabalho? E o dinheiro pra bancar tudo isso?

Se você realmente quer pôr o pé na estrada tem uma decisão importante para tomar: não compre aquilo que você não precisa. Carro do ano, celular de última geração, roupas e mais roupas, supérfluos que chamaram atenção em uma liquidação, artigos que você comprou porque todo mundo tem. Isso tudo é legal, mas será que são mesmo necessários?

Aprendendo a viver com menos, o dinheiro rende mais e você descobre que, pode sim, passar meses viajando por aí e que não precisa ser rico para dar uma volta ao mundo. Viajar é única coisa que você pode comprar e realmente ficar mais rico!

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Li uma frase esses dias que responde bem a essa questão: “Viajar tem muito mais a ver com coragem do que com dinheiro.”  E foi com muita coragem e dinheiro suficiente para se virar que três amigos resolveram partir numa viagem pelas estradas do Brasil.

Pedro e Lucas tiveram a ideia de partir para um mochilão pelo Brasil após fazerem uma viagem para Buenos Aires onde fizeram amizade com vários gringos que conheciam mais o Brasil do que eles mesmos. Kathy, a terceira integrante do grupo, também abraçou a ideia e então eles foram.

A aventura ganhou até nome “Parti em 3”. Três porque são três amigos viajando juntos, e também porque eles partiram em 3, 2,1… Pedro me contou que não houve muito planejamento. Eles juntaram a vontade de descobrir com um único objetivo que era chegar até a Praia de Pipa, no Rio Grande do Norte. Como e quando eles chegariam até lá não importava muito, desde que fizessem esse trajeto da melhor forma possível com as opções que tinham disponíveis pelo caminho.

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Foram  mais de 3.000km de viagem passando por Juiz de Fora, Teófilo Otoni, Nanuque em Minas Gerais com direito até acampar no coreto da cidade e tirar foto com o prefeito.  Após uma semana de viagem dormindo em postos de gasolina pela estrada eles chegaram à Bahia graças à carona de caminhoneiros gentis que eles encontravam pelo caminho. E aí foi Arraial D’Ajuda, Morro de São Paulo, Cachoeira, Salvador (de onde a Kathy retornou para São Paulo). Depois de Salvador o plano era ir direto para Pernambuco, mas como essa viagem foi cheia de surpresas Pedro e Lucas foram parar em Aracaju, no estado de Sergipe. O que a dupla considerou como um presente, afinal era mais um estado e mais uma cidade para eles conhecerem!

Em seguida foram para Recife, onde faltavam ainda 300km para serrem percorridos até Pipa e a dupla completava 50 dias de viagem. Após alguns dias em Pernambuco ele partiram para Goianinha, cidade próxima de Pipa,  fazendo o trajeto de ônibus. E  foi quando tiveram que passar pelo momento mais difícil da viagem, assim que desembarcaram às 23hrs Pedro percebeu que havia deixado a carteira e o celular dentro do ônibus. E então faltando apenas 27km para chegar ao destino final eles se sentiram perdidos. Sem dinheiro, sem documento e sem celular para encontrar o contato que eles tinham em Pipa a solução foi manter a calma e usar a experiência que eles tinham adquirido depois de tanto tempo de estrada. Conseguiram carona de um taxista até Pipa e alguém que encontrou o celular no Pedro no ônibus conseguiu pelo facebook localizar o dono e assim devolver o aparelho. E no final deu tudo certo!

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E assim foram 60 dias de viagem que aconteceram também graças aos caminhoneiros e taxistas desse Brasil que deram carona ao trio, aos moradores locais que ajudaram levando-os para acampar no quintal de casa, ou então que cederam suas casas para que os aventureiros pudessem tomar banho, pessoas que trocaram algum serviço com eles (como lavar pratos ou cozinhar) em troca de qualquer ajuda. Amigos de amigos que moram nas cidades por onde eles passaram e os ajudaram durante essa caminhada (bem difícil pois a mochila que eles carregavam pesava cerca de 30kg).

Eu ia perguntar ao Pedro o que ele perdeu e o que ele ganhou após essa viagem mas ele mesmo postou nas redes sociais um texto que achei tão verdadeiro e que eu gostaria de dividir com vocês:

” Nessa viagem, eu perdi algumas coisas:

-Relógio.
-Colchão inflável. Abandonei, porque são descartáveis!
-Barbeador.
-Shampoo, porque sabonete serve para tudo.
-O medo das pessoas, eue São Paulo gera em quem vive aqui.
-Sentimento de impotência.  É difícil ter essa sensação quando é só você e você pra resolver qualquer coisa.
-Apego material, os que mais doam, são os que nunca sentem falta e os que tem menos para doar. 

E ganhei:

-Valor a presentes, e não presentes de valor.
-Muito mais educação e bom humor no trato com pessoas. Cara, isso resolve tudo!1
-Casas e amigos em vários lugares do Brasil.
-Responsabilidade, porque o ato de ser livre, é carregar contigo toda a sua vida com você, nem todos estão preparados pra isso.”

Quem quiser ver mais fotos ou saber mais o “Parti em 3” tem tumblr e instagram @partiem3. E você pode conferir outras muitas (e boas) histórias contadas pelo capitão dessa missão, o Pedro, no instagram dele.

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